segunda-feira, 9 de julho de 2007
quinta-feira, 21 de junho de 2007
Homens versus Mulheres
Quem quiser garantir um debate caloroso e divertido, seja no blog ou em qualquer outro lugar basta apostar na velha receita, a guerra dos sexos. É só juntar Homem e Mulher, mexer e pronto, temos pela certa uma receita explosiva que ferve sem ir ao forno. Isto por si só diz-nos muito acerca da complementaridade entre ambos, eles são o yin e o yang da natureza.Mas há que contrariar a tendência natural que vem das profundezas reptilianas do cérebro humano para descarregar frustrações, generalizando uma má imagem que temos de alguém em particular ao colectivo. (não é amigo minhoca?).
Elas recuperaram em poucos anos da marginalidade e menosprezo a que foram votadas durante tantos séculos pela sociedade, e cujo principal culpado no Ocidente foi a igreja católica. Hoje estão aqui do nosso lado para o que der e vier, iguais em direitos e igualdades. Vieram para nos infernizar a vida, para nos ralar e atentar com toda a beleza da diferença…iguais e diferentes, o Yin e o Yang…
Mulheres!...oh raça do caraças!...e pergunta a Eva ao Adão: Adão amas-me?...responde o Adão: que remédio tenho eu porra!
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Anónimo
às
22:42
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segunda-feira, 18 de junho de 2007
Preparação das festas...
Desta vez o "Admin" vai se "baldar" e vai deixar para os outros Colaboradores a oportunidade de se manifestarem sobre a visita 3000.
Relembro que para ter acesso ao contador das visitas é necessário ter instalado um "Flash Palyer"
http://www.livemedia.com.br/flashplugin/instalar.html
Fiquem bem e continuação de um BOM BLOG
Beijos e abraços
(Copia do(a) Visitante dos Blogs)
Por
@dmin
às
16:05
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quinta-feira, 14 de junho de 2007
@ctu@liz@ções
Por baixo do Logótipo existe um atalho para fazer login na sua conta do Google, gerir, publicar e editar o(s) seu(s) Blog(s).
Ainda em fase de testes vai ser possível em "Notici@s" verificar as manchetes actuais do Google Noticias e em "Videos" ver pequenos filmes do Youtube e do Google Video pemitindo que se possa consultar e assistir sem sair do Blog. Os temas e os assuntos das Noticias e dos Videos são para serem serem escolhidos pelos colaboradores.
Espero que seja do agrado de todos. No entanto não deixem de enviar mais sugestões.
Por
@dmin
às
23:26
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quarta-feira, 13 de junho de 2007
As minhas férias
Vá mordam-se agora de inveja com as minhas ultimas férias!...vejam lá se descobrem o tiozinho Eduardo, o destino como é claro eram as Bahamas mas como a viagem éra longa paramos nas berlengas para mijar!.

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Anónimo
às
23:43
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1 Fósforo, 3 gotinhas, assim assim e 1 Gato
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Minhoca Saltitona
às
14:51
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terça-feira, 12 de junho de 2007
Novo sinal de transito

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Anónimo
às
22:32
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Tempo estranho este...
Com este tempo...
Isto não está fácil...
Nos locais de trabalho. São as ventoinhas, os "ares" condicionados e as janelas.
Janelas - temos uma inquietação. Porque as janelas não são como antigamente. O abre janela o fecha janela é algo que incentiva o pessoal e chega até a criar adrenalina.
As ventoinhas que são recomendadas em qualquer secretária, são portáteis e vendem-se pela melhor oferta. Existem em várias cores e podem ser adquiridas num "blog perto de si"...
Ventoinha CêDêTê@Cê - Ligue-a que logo vê.
Os "ares" condicionados... Muito complicado. Muito complicado mas o melhor para a temperatura ideal, o pior são os digitais, porque se para uns o importante é a temperatura do ar, para outros o importante é mesmo o que lá está escrito.... ehehehe
Com as roupas mais uma chatice.
Camisolas. Orá as arrumamos ou vamos a correr ao armário para as vestir.
A roupa fresca, outro martírio, não pelo peso, não pelo volume mas pela pressão que faz vestida em algumas meninas ou senhoras. Muitas vezes chegam a agarrar-nos e é impossível resistir e não olhar... Mas continuem que está cá um calor....
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Minhoca Saltitona
às
20:36
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O preço da felicidade
Estudos recentes feitos por uma elite de psicólogos que investigaram em treze países diferentes, da Índia à Alemanha, passando pela Rússia e a América, demonstram que a luta incessante para alcançar objectivos exteriores a nós próprios, conduz fatalmente a um enfraquecimento da saúde e favorece o desequilíbrio psicológico.
O mito do milionário feliz cai, mais uma vez, por terra e com ele desabam as convicções de todos aqueles que ainda procuram a felicidade onde ela jamais existirá.
O que este conjunto de estudos comparados provou, a uma escala planetária, é que os indivíduos que buscam acima de tudo a fortuna, são menos descontraídos e felizes do que aqueles que privilegiam as relações harmoniosas com os outros. Parte desta investigação incidiu sobre rapazes e raparigas de 18 a 20 anos e pretendia aferir a importância que os jovens atribuem ao sucesso decorrente da riqueza pessoal. Ficou provado que aqueles que se mostravam mais ansiosos neste aspecto tinham pais muito rígidos, autoritários e com uma relação distante com os filhos.
Secretamente, todos sabemos que ser feliz não é um estado permanente mas antes uma soma de pequenos e grandes momentos da nossa vida. Ou fases, ou anos, não interessa agora medir o tempo médio que pode durar a felicidade de cada um. O que é importante reter é que tudo aquilo que nos faz felizes vem de dentro, está em nós ou nos que estão à nossa volta.
Ter um iate para passar férias, um carro do último modelo, uma mulher espampanante, um marido rico e bonito, um trabalho espectacular, uma casa de sonho e muito dinheiro para viajar e gastar não traduz um estado de felicidade permanente. Pode significar um conjunto de sonhos realizados, uma sucessão de dias (ou meses, ou anos) bem passados mas não implica necessariamente um estádio superior de felicidade. Senão vejamos.
Tal como escreveu Richard Ryan, professor de Psicologia da Universidade de Rochester, no artigo que publicou no «Social Psychology Bulletin» a propósito do estudo em questão, «tudo indica que as pessoas se aproximam cada vez mais dos grandes valores desta época que têm a ver com a realização pessoal, com a capacidade de lidar consigo próprias e com os outros. A importância da valorização pessoal e da qualidade das relações prevalece sobre a necessidade de acumular riqueza e exibir um estatuto». Posto assim e dito por quem diz é tranquilizador. Muito tranquilizador, mesmo. Verifica-se uma espécie de triunfo do ser sobre o parecer. Aos poucos e de forma ainda tímida e incipiente, a mentalidade começa a mudar e a atitude das novas gerações parece ser outra. Mais virada para dentro de si e menos interessada naquilo que os outros reivindicam ou exibem.
Por outras palavras, mais consciente de si própria e da importância de fazer uma evolução interior e menos susceptível de conceder no essencial para obter o acessório.
A avaliar pelas conclusões deste estudo internacional permanecem, no entanto, algumas resistências em lutar para conquistar o bem estar interior e a paz de espírito. As coisas ainda não estão inteiramente firmes e é como se persistisse ainda alguma vergonha de fazer referência às necessidades interiores e espirituais de cada um.
Em todo o caso, por mais longe que estejamos de alcançar a verdadeira felicidade é bom saber que não tem o preço que pensávamos. É infinitamente mais barata!
In “Xis ideias para pensar” (Laurinda Alves)
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Minhoca Saltitona
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09:41
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sábado, 9 de junho de 2007
O sucesso e o fracasso
Esta mania moderna de investir, acima de tudo, no sucesso é enervante e desloca-nos, muitas vezes, do essencial. Vivemos apostados na miragem do resultado imediato, da realização fácil e do êxito a qualquer preço e, por isso mesmo, o sucesso converte-se muitas vezes em fracasso.
Quanto mais alta é a nossa fasquia, maior é a possibilidade de frustração. Ou, por outras palavras, quanto mais sôfregos somos quanto ao nosso sucesso pessoal e profissional, mais vulneráveis ficamos aos fracassos.
Ter ambição, traçar metas e zelar pelos resultados é saudável e até recomendável. Colhe bem quem semeia melhor. Quem tiver estratégia e objectivos. Quem souber o que está a fazer e porque está a fazer.
Até aqui nada de novo, as coisas só azedam verdadeiramente se hipotecarmos tudo em função de um ideal de sucesso fácil, rápido e permanente. Aí é que fica tudo estragado, pois a competição torna-se feroz. Ou matamos ou morremos; não resta uma terceira altern
ativa nesta terrível luta pelo sucesso.
A cultura do êxito instalada nas sociedades ditas modernas é uma cultura perversa na medida em que encerra grandes vazios e uma enorme solidão. Ter sucesso e exibir o sucesso conquistado implica um desgaste interior tremendo, muitas concessões e uma impossibilidade de baixar os braços ou abdicar daquilo que não nos convém.
Falo, naturalmente, do sucesso aparente, daquele que decorre do estatuto social, do poder e do fascínio que se exerce sobre os outros e que hoje em dia se convencionou ser o verdadeiro sucesso. Ao contrário do que muitos imaginam, uma aparência de sucesso profissional ou bem-estar social não é sinónimo de felicidade interior. A cultura do sucesso cria grandes desequilíbrios e fragilidades que frequentemente se traduzem em agressividade (verbal ou física) e raramente deixam margem para uma verdadeira realização pessoal.
Para muitos, ter sucesso é ter um bom carro, um bom emprego, um bom casamento e muito dinheiro para gastar. Para outros, ter sucesso é ter poder. Para outros, ainda, ter sucesso é conquistar tudo e todos à sua volta. Para aqueles que sabem verdadeiramente o significado da palavra, sucesso traduz-se de forma mais poética: é fazer aquilo que nos traz alegria, paz interior e uma liberdade para fazer aquilo que nos convém e não aquilo que os outros esperam de nós.
É neste ponto que reside a chave do sucesso. Secretamente todos sabemos que as pessoas com verdadeiro sucesso na vida são aquelas que apostam na sua paz interior, que não fazem concessões e preservam, acima de tudo, o essencial. Ter sucesso é isto mesmo, é saber o que é bom para nós e alinhar a nossa vida com a nossa natureza. É não imitar os outros nem esperar que as respostas às nossas dúvidas sejam dadas por quem não nos conhece (ou merece) e é saber, acima de tudo, que a distância entre sucesso e fracasso pode medir menos de um passo.
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Minhoca Saltitona
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15:48
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terça-feira, 5 de junho de 2007
Quem está à altura...
É verdade. Só pessoas altas estão à altura para governar...
Exemplo de um alto governante.
Como é feio enganar as criancinhas...
Estava a falar num dialecto qualquer estranho.Atenção que este Sr. Papa João Paulo II falava várias línguas, e foi tido sempre como moderado e muito culto.
Estudou politica!!!! - Politica para burros!!!!
Defende a sua cadela à boa maneira dos EUA. - aprende Mourinho!!!
Para finalizar..... Encontro de Titans.... Dois grandes homens altamente...
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Minhoca Saltitona
às
08:54
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segunda-feira, 4 de junho de 2007
Apanhados em exclusivo
Por
Anónimo
às
19:55
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